O lateral-direito Rafinha se apresentou à Seleção Brasileira na última segunda-feira em Londres, local do amistoso contra a Suécia, com discurso otimista em relação à liberação do clube em que atua, o alemão Schalke 04, para a disputa dos Jogos Olímpicos de Pequim.
Com menos de 23 anos, idade limite para a convocação para a competição, o jogador afirma que será liberado pelo clube para a disputa, que será realizada entre os dias 8 e 24 de agosto em Pequim, na China, caso tenha a convocação confirmada pelo técnico Dunga.
“Creio que não haverá nenhum tipo de problema”, afirma o jogador, que reconhece ter um apelido inusitado. “É verdade, durante meus primeiros anos de futebol eu era chamado de Malinha”, refere-se o atleta aos anos em que atuou no time de futebol de salão do Grêmio Recreativo Londrinense, time da cidade onde nasceu, no interior do Paraná.
“O nome se deve ao meu estilo de jogo, marcava muitos gols”, diz o jogador do Schalke 04 e da Seleção. No entanto, Patrick Silveira, ex-atleta do time de futsal de Londrina e hoje estudante de Educação Física na cidade de Bristol, no interior da Inglaterra, tem outra versão.
“É porque ele era chato mesmo”, lembra o brasileiro, amigo de Marcelo de Souza, irmão de Rafinha e jogador do Iraty, equipe do Paraná.
Rafinha disputará no treino desta terça-feira, o único da Seleção Brasileira antes do amistoso contra a Suécia, no Emirates Stadium, a posição de titular da lateral-direita com Daniel Alves, jogador do Sevilla, da Espanha.
Redação Terra.
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